Ele mesmo conta: "Entrei no curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo em 1978 e, como muitos, tive dúvidas se estava no caminho certo. Ainda no primeiro ano, li um jornal feito pelos alunos do 4º e 5º anos do curso. Era uma publicação anarquista, e fiquei com muita vontade de trabalhar com eles. Eu escrevia várias matérias e mandava para os caras. Eles nunca aceitavam, até que um dia quiseram publicar e virei meio que um mascote deles. No 3º ano da faculdade, eu virei editor do jornal e resolvi que devia fazer comunicação também, por isso fui fazer rádio e TV, na Escola de Comunicações e Artes da USPem 1980. Eu levei as duas faculdades adiante e terminei as duas".
E uma curiosidade: relembra que o sobrenome artístico “Tas” foi originado da conjunção das iniciais dos três sobrenomes – Tristão Athayde de Souza –, ainda nos anos universitários para facilitar a vida dos colegas que assinavam a lista de presença em seu lugar, porque ele não ia às aulas.